terça-feira, 12 de novembro de 2013

Capítulo 18 - Revelações.

- Que isso? – Perguntou Arthur, acordando.
- Uma Carta – Neflin – De... Minus!
            “Amigos, há essa hora provavelmente já estarei ao lado de Dort lhe entregando uma outra carta. Como sei que ele não tem a menor ideia de como me pareço posso usar isso a meu favor, logo voltarei com mais noticias.
Minus de Cedros.”
- Maldito!
- Ele deve saber o que faz Neflin.
- Espero que sim.
...
- Mor-Gão-General, um homem alto e forte está querendo falar com você, disse que traz notícias sobre Minus de Cedros.
- Deixe-o entrar.
- Sim, Vossa Força.
- Dort?
- Tente Mor-Grão-General Dort.
- Claro. Vim a mando de meu amigo Minus para tratar sobre a rendição de seu exército.
- Você é realmente corajoso garoto. O que me impede de lhe torturar e lhe tirar algumas informações sobre esse Minus?
- Somente sua bondade. – Dort faz uma cara de dar medo a qualquer um, se aproxima de Minus e lhe olha nos olhos.
- O que lhe deu na cabeça para fazer joguinhos com alguém como eu?
- Um jogo é menos do que proponho. Aqui, essa é a carta de Minus.
- Jogue-a na fogueira, talvez suas palavras queimem melhor do que me fazer algum efeito.
- Não quer ler?
- Não tocaria em nada que ele me enviasse. - ( Como ele sabe que não pode tocar?)
- Pois bem. Eu lhe proponho ser seu espião, sei onde Minus  e seus companheiros estão e posso lhe reportar notícias.
- E por que eu confiaria em você?
- Por causa disso. – Minus mostrou uma tatuagem, um brasão que só poderia ser reconhecido por poucos, o brasão da corte de Dominus Rei.
- Onde conseguiu isso?
- Tenho certeza que gostaria de um desses. Mas realmente é para poucos.
- O que faz entre os plebeus?
- Meus serviços não foram necessários para Vossa Absoluta Sabedoria, Dominus Rei. Digamos que estou na reserva, quando ele precisar de mim de novo ele me chamará.
- certo, confiarei em você por enquanto. Mas não espere que conte qualquer plano, ideia ou projeto que eu tenha.
- Claro que não, Vossa Força.
- Então... Faça-me um relatório e me entregue assim que possível sobre tudo que sabe sobre esse Minus, o Touro.
- Logo o trarei, Vossa Força.
...
- Ei, Aqui! Minus.
- Xiiiiu! Não fale meu nome! Ah! Athus?! È você mesmo?
- Sim, sim.
- O que o irmão de meu pai faz por essas terras novamente?
- Tenho assuntos a resolver, mas logo sairei para os países do oeste.
- Faz muitos anos, como me reconheceu.
- Sua pele morena, seus olhos azuis, há poucos como você, pouquíssimos.
- Muita coisa aconteceu e todos me abandonaram.
- E Argonis, ele deveria cuidar de você.
- E cuida, como o pai que eu não tive.
- Minus, seu pai tinha que partir.
- Para matar seu irmão e tomar o Trono Ancião?
- Então você sabe?
- Sim, de tudo. Sei que o atual Dominus Rei, é um usurpador, que é meu pai Augustus que está lá se passando por Dominus.
- E o que pretende fazer?
- O que mais? Matá-lo e tomar o trono para mim. Tenho planos para os Cinco Reinos.
- Não pode estar falando sério.
- Mas estou.
- Sabe que é loucura, ninguém vai acreditar em você! Nunca chegará se quer a vê-lo.
- O ser humano tem o péssimo hábito de subestimar, principalmente na sociedade em que vivemos, acreditamos que os mais ricos e mais inteligentes sempre crescerão mais e mais, e que os insetos que vivem nos povoados dos reinos sempre serão os mesmo, mas essa é a vantagem que tenho, o dominador simplesmente domina, mas somente o dominado tem o poder de virar o jogo.
- Sei que não é louco nem imprudente deve ter alguns pontos a seu favor. O treinamento do velho deu certo, suponho.
- Sim, mas não quero chegar ao ponto de usar isso. - Disse Minus olhando para o braço completamente enfaixado.
- Que ele fez?
- Não foi bem um “treinamento” foi mais um experimento. Ele transformou meu braço em uma arma, modificou por completo, desde a pele que foi reforçada como uma couraça de lagarto e glândulas de suor que agora são glândulas de venenos até os ossos.
- Veneno? Como faz para não entrar em contato com o seu sangue?
- Há outra circulação independente.
- Duas circulações?
- Dois Corações. - Minus tirou a camisa e mostra uma grande cicatriz que em seu peito esquerdo. – Um coração humano e um de reptiliano, um coração de dragão.

2 comentários:

Mello disse...

#Nossa

Mello disse...

sou melchi cumpadi e estou me divertindo muito com seu blog!! kkkkk e esse capitulo então! surreal!

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